sábado, 11 de setembro de 2010
OM-MANI-PADME-HUM que significa "A jóia do Lótus" .
Este Mantra te conecta com a energia da mestra ascensa Kwan Yin.
Este Mantra protege a aura evitando que baixe a energia. Cada parte deste Mantra produz algo:
OM, sentes a ligação com Kwan Yin.
MANI, significa Jóia. ajuda a eliminar as más energias da aura.
PADME, significa Lótus, harmoniza a aura.
HUM, estimula a percepção da aura e estimula sua harmonia.
Também podemos agregar outros Mantras curtos para ajudar-nos a incrementar nossos poderes pessoais.
RA, que representa o poder masculino, incrementa a força.
MA, que representa o poder feminino que incrementa o poder criativo.
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
"SEJA FLEXÍVEL PARA CONQUISTAR", É UMA REGRA DE OURO. PODE SER DIFÍCIL PRATICÁ-LA, MAS DEVEMOS TREINAR A NOSSA ÍNDOLE E EDUCAR A NOSSA MENTE NESSE SENTIDO. EM ALGUNS CASOS, É PREFERÍVEL APARENTAR IGNORÂNCIA OU MESMO PERDER UMA DISCUSSÃO. QUALQUER POSSÍVEL HUMILHAÇÃO FICARÁ GRAVADA APENAS NA MENTE E POR UM PERÍODO TEMPORÁRIO. COM O PASSAR DO TEMPO, A OUTRA PESSOA PODE COMEÇAR A COMPREENDER A VERDADEIRA SITUAÇÃO E MUDAR DE ATITUDE. PODE-SE PENSAR: "EIS UMA PESSOA SINCERA", COMEÇA A ACREDITAR EM VOCÊ E ATÉ MESMO A ADMIRÁ-LO. TENDO APARENTEMENTE VENCIDO UMA DISCUSSÃO, O SEU ADVERSÁRIO SE TORNA INSEGURO POR NÃO FAZER IDÉIA DO QUE VOCÊ TEM EM MENTE. ASSIM O DERROTADO SE TORNA VENCEDOR E É POR ISSO QUE, ÀS VEZES, É PREFERÍVEL DEIXAR QUE OS OUTROS PERSISTAM EM SUAS IDÉIAS. TENTAR IMPOR AS NOSSAS OPINIÕES É UMA PSICOLOGIA INÁBIL. AINDA QUE ESTEJAMOS CERTOS, NÃO DEVEMOS DESNECESSARIAMANTE INSISTIR EM ARGUMENTOS A NOSSO FAVOR. APRENDENDO A CEDER EM DETERMINADAS CIRCUNSTÂNCIAS, ACABAREMOS VENCENDO, PORQUE NOS ATIVEMOS AO QUE É JUSTO E VERDADEIRO.
domingo, 22 de agosto de 2010
UMA ANTIGA LENDA ÁRABE
Conta uma antiga lenda que na Idade Media um homem muito religioso foi injustamente acusado de ter assassinado uma mulher.
Na verdade, o autor era pessoa influente do reino e por isso, desde o primeiro momento se procurou um "bode expiatório" para acobertar o verdadeiro assassino.
O homem foi levado a julgamento, já temendo o resultado: a forca.
Ele sabia que tudo iria ser feito para condena-lo e que teria poucas chances de sair vivo desta história.
O juiz, que também estava combinado para levar o pobre homem a morte, simulou um julgamento justo, fazendo uma proposta ao acusado que provasse sua inocência.
Disse o juiz: sou de uma profunda religiosidade e por isso vou deixar sua sorte nas mãos do Senhor:
vou escrever num pedaço de papel a palavra INOCENTE e no outro pedaço a palavra CULPADO.
Você sorteara um dos papéis e aquele que sair será o veredicto.
O Senhor decidirá seu destino, determinou o juiz.
Sem que o acusado percebesse, o juiz preparou os dois papéis, mas em ambos escreveu CULPADO de maneira que, naquele instante, não existia nenhuma chance do acusado se livrar da forca.
Não havia saída.
Não havia alternativas para o pobre homem.
O juiz colocou os dois papéis em uma mesa e mandou o acusado escolher um.
O homem pensou alguns segundos e pressentindo a "vibração" aproximou-se confiante da mesa, pegou um dos papéis e rapidamente colocou na boca e engoliu.
Os presentes ao julgamento reagiram surpresos e indignados com a atitude do homem.
"Mas o que você fez?" E agora? Como vamos saber qual seu veredicto?"
"É muito fácil", respondeu o homem.
"Basta olhar o outro pedaço que sobrou e saberemos que acabei engolindo o contrário."
Imediatamente o homem foi liberado.
Lenda Arabe
viajavam pelo deserto e em um determinado
escreveu na areia:
HOJE, MEU MELHOR AMIGO ME BATEU NO ROSTO.
Seguiram e chegaram a um oásis
onde resolveram banhar-se.
O que havia sido esbofeteado começou a
afogar-se sendo salvo pelo amigo.
Ao recuperar-se pegou um estilete
e escreveu numa pedra:
HOJE, MEU MELHOR AMIGO SALVOU-ME A VIDA.
Intrigado, o amigo perguntou:
Por que depois que te bati,
você escreveu na areia e agora que te salvei,
escrevestes na pedra?
Sorrindo, o outro amigo respondeu:
Quando um grande amigo nos ofende,
devemos escrever na areia onde o vento
do esquecimento e do perdão se encarregam de apagar.
Porém quando nos faz algo grandioso,
devemos gravar na pedra da memória e do coração;
onde vento nenhum do mundo poderá apagar.
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
A Lenda do Rouxinol..
Encantado, determinou que o pássaro fosse capturado e levado ao palácio, para que pudesse ouvi-lo cantar em todas as horas do dia; e que os mais hábeis artesãos recebessem os metais mais preciosos e as gemas mais raras, para que pudessem construir a mais rica gaiola que já se viu neste mundo.
Assim se fez. E ao pássaro extraordinário foi reservado um local de honra no palácio, onde a esmerada iluminação fazia refulgir todo o esplendor da magnífica gaiola.
Entretanto, o rouxinol definhava a cada dia. As suas penas, antes brilhantes e vistosas, tornaram-se opacas e nunca mais se ouviu o seu canto. Em vão, ordenou o Imperador que lhe fossem trazidos os mais atraentes e saborosos petiscos, que com as próprias mãos ofertava ao pássaro amado.
Um dia, o rouxinol fugiu. E nem todos os emissários do império, enviados pela China inteira, foram capazes de encontrá-lo novamente.
Então a tristeza dominou o Imperador, minando as suas forças. E em pouco tempo viu-se o poderoso regente preso ao leito, dominado por misteriosa e persistente doença, contra a qual de nada adiantavam os remédios receitados pelos maiores médicos do mundo, que para curá-lo foram chamados.
E veio uma madrugada em que, em meio ao delírio da febre, julgou o Imperador ver ao pé de seu leito o rouxinol. Queixou-se, desvairado:
- Ingrato, eis que te dei tudo de mim! Dei-te a gaiola mais rica que jamais existiu, o melhor lugar do palácio e até mesmo os melhores petiscos do mundo, com as minhas próprias mãos! Eu te amava e mesmo assim me abandonaste!
Respondeu-lhe o rouxinol:
- Dizes que me amavas... e mesmo assim era mais importante a tua vaidade. Para que todos pudessem ver e ouvir o pássaro maravilhoso que possuías, me encerraste em uma gaiola, ao teu lado, privando-me de tudo que eu mesmo amava.
Julgas, acaso, que a gaiola mais rica possa substituir a beleza e a imensidão do céu? Ou que os esplendores do palácio me sejam mais agradáveis que voar livre entre as flores, vendo a sua beleza e respirando o seu aroma, sentindo o calor do sol e o orvalho fresco da manhã?
Certo é que me alimentaste com as tuas mãos e que para mim procuraste os petiscos que melhores julgavas. Mas como podes acreditar que me fossem mais saborosos que os alimentos por mim mesmo escolhidos e por meu próprio bico colhidos?
Porém, não me cabe julgar-te. Sei que é assim entre os homens; o que chamais amor não é senão a satisfação das vossas vontades. Em nome do que dizeis sentir, buscais acorrentar a vós aquele que jurais amar; e não acreditais que alguém vos ame, a menos que se curve a vossos desejos, esquecendo as suas próprias necessidades. O que chamais “dor de amor” é, na verdade, o vosso egoísmo contrariado.
Deixa-me, apenas, mostrar-te o que é o amor. Porque, embora os emissários que enviaste para capturar-me não me tenham encontrado, eu jamais me afastei de ti; escondi-me em um arbusto do jardim, de onde às vezes podia ver-te, sem que me visses. E renunciei ao canto, que me denunciaria, para desfrutar da liberdade.
Entretanto retorno, agora que precisas de mim. E apenas te peço que não tentes prender-me, ou o amor se perderia na revolta. É certo que não estarei contigo todo o tempo que quiseres, mas hás de ouvir-me sempre que me for possível. Deixa-me cantar para ti porque te amo, não porque assim o desejas!
Raiava o dia. E o Imperador, já melhor da febre que o castigara, julgou ouvir um som maravilhoso que se espalhava pelo quarto, trazendo de volta a alegria e as cores da vida. Abriu os olhos para a luz do amanhecer, como se os abrisse para a esperança.
No parapeito da janela, cantando como nunca, estava o rouxinol.
quinta-feira, 22 de julho de 2010
Sabedoria...
Esvazie sua xícara
Um jovem tinha lido todos os livros que encontrou sobre a filosofia ZEN. Ele ouviu falar de um grande mestre ZEN e conseguiu um encontro com ele, para lhe pedir alguns ensinamentos.
Quando estavam sentados frente a frente, o jovem começou a falar sobre tudo que ele tinha aprendido, em suas leituras, dizendo que ZEN era isso, ZEN era aquilo e assim por diante.
Depois de algum tempo, escutando o jovem falar, o mestre sugeriu que eles tomassem um chá.
Então, ele executou toda aquela cerimônia de preparação do chá, enquanto o jovem o acompanhava com muita atenção. O mestre começou a encher a xícara do jovem. Ele colocou chá até que a xícara ficou completamente cheia. Mas o mestre não parou de colocar chá, que derramou sobre o pires que logo transbordou, molhando a toalha. Mesmo assim, o mestre continuou colocando mais chá, que começou a escorrer pela mesa até atingir o chão.
Nesse momento o jovem aprendiz não se conteve e começou a gritar:
"Páre! Páre de colocar chá! A xícara está cheia e não cabe mais nenhum chá nela."
O mestre então parou de colocar chá e disse:
"Assim como esta xícara, sua mente está cheia de suas próprias opiniões e preconceitos. Como você poderá aprender mais alguma coisa sem que antes esvazie a sua xicara?"
segunda-feira, 19 de julho de 2010
Só estou aqui de Passagem...
Eu também!!!!!!!!!!!
quarta-feira, 14 de julho de 2010
Duelo de Chá
Um mestre da cerimônia do chá no antigo Japão certa vez acidentalmente ofendeu um soldado, ao distraidamente desdenhá-lo quando ele pediu sua atenção. Ele rapidamente pediu desculpas, mas o altamente impetuoso soldado exigiu que a questão fosse resolvida em um duelo de espadas. O mestre de chá, que não tinha absolutamente nenhuma experiência com espadas, pediu o conselho de um velho amigo mestre Zen que possuía tal habilidade. Enquanto era servido de um chá pelo amigo, o espadachim Zen não pôde evitar notar como o mestre de chá executava sua arte com perfeita concentração e tranqüilidade.
"Amanhã," disse o mestre Zen, "quando você duelar com o soldado, segure sua arma sobre sua cabeça como se estivesse pronto para desferir um golpe, e encare-o com a mesma concentração e tranqüilidade com que você executa a cerimônia do chá".
No dia seguinte, na exata hora e local escolhidos para o duelo, o mestre de chá seguiu seu conselho. O soldado, também já pronto para atacar, olhou por muito tempo em silêncio para a face totalmente atenta porém suavemente calma do mestre de chá. Finalmente, o soldado lentamente abaixou sua espada, desculpou-se por sua arrogância, e partiu sem ter dado um único golpe.
terça-feira, 13 de julho de 2010
Os oito versos do treinamento da mente
1
Ao pensar em todos os seres sencientes,
Como sendo ainda melhores do que a jóia que satisfaz todos os desejos,
Para realizar o mais alto propósito,
Possa eu sempre considerá-los preciosos.
2
Onde e com quem eu estiver,
Possa eu me ver como inferior a todos.
E, do fundo do meu coração,
Possa eu considerá-los supremamente preciosos.
3
Examinando minha mente em todas as ações,
No instante em que ocorrer um estado negativo,
Por ele destruir-me e aos outros,
Possa eu enfrentá-lo firmemente e afastá-lo.
4
Quando eu vir seres com má disposição,
Dominados pelas más ações e pelo sofrimento,
Possa eu, como se descobrisse um tesouro,
Considerá-los preciosos, por serem dificilmente encontrados.
5
Quando os outros, devido à inveja,
Injuriarem-me ou tratarem-me de outras formas injustas,
Possa eu aceitar esta derrota para mim
E oferecer-lhes a vitória.
6
Quando alguém a quem eu tiver ajudado,
Ou alguém em quem eu tiver depositado grande esperança,
Ferir-me com grande injustiça,
Possa eu vê-lo como um amigo espiritual.
7
Em resumo, possa eu oferecer, direta e indiretamente,
Ajuda e felicidade a todos os seres, minhas mães,
E tomar secretamente para mim
Toda a sua dor e sofrimento.
8
Possam eles não ser maculados pelas concepções
Das oito preocupações mundanas,
E cientes de que todas as coisas são ilusórias,
Possam eles, desapegando-se, tornar-se livres da escravidão.
Conto Zen
O aluno perguntou ao Mestre : - Como faço para me tornar o maior dos guerreiros ? - Vá atrás daquelas colina e insulte a rocha que se encontra no meio da planície. - Mas para que, se ela não vai me responder ? - Então golpeie-a com a tua espada. - Mas minha espada se quebrará ! - Então agrida-a com tuas próprias mãos. - Assim eu vou machucar minhas mãos ... E também não foi isso que eu perguntei. O que eu queria saber era como que eu faço para me tornar o maior dos guerreiros. - O maior dos guerreiros e aquele que é como a rocha, não liga para insultos nem provocações, mas está sempre pronto para desvencilhar qualquer ataque do inimigo
segunda-feira, 12 de julho de 2010
Caminho...
À noite devido ao orvalho.
A lua é refletida sobre elas.
Oh, que bonito!
Pratico yaza [zazen norturno] com minhas amigas,
As estrelas.
Isto é religião?
Isto é arte?



