terça-feira, 13 de julho de 2010
Os oito versos do treinamento da mente
1
Ao pensar em todos os seres sencientes,
Como sendo ainda melhores do que a jóia que satisfaz todos os desejos,
Para realizar o mais alto propósito,
Possa eu sempre considerá-los preciosos.
2
Onde e com quem eu estiver,
Possa eu me ver como inferior a todos.
E, do fundo do meu coração,
Possa eu considerá-los supremamente preciosos.
3
Examinando minha mente em todas as ações,
No instante em que ocorrer um estado negativo,
Por ele destruir-me e aos outros,
Possa eu enfrentá-lo firmemente e afastá-lo.
4
Quando eu vir seres com má disposição,
Dominados pelas más ações e pelo sofrimento,
Possa eu, como se descobrisse um tesouro,
Considerá-los preciosos, por serem dificilmente encontrados.
5
Quando os outros, devido à inveja,
Injuriarem-me ou tratarem-me de outras formas injustas,
Possa eu aceitar esta derrota para mim
E oferecer-lhes a vitória.
6
Quando alguém a quem eu tiver ajudado,
Ou alguém em quem eu tiver depositado grande esperança,
Ferir-me com grande injustiça,
Possa eu vê-lo como um amigo espiritual.
7
Em resumo, possa eu oferecer, direta e indiretamente,
Ajuda e felicidade a todos os seres, minhas mães,
E tomar secretamente para mim
Toda a sua dor e sofrimento.
8
Possam eles não ser maculados pelas concepções
Das oito preocupações mundanas,
E cientes de que todas as coisas são ilusórias,
Possam eles, desapegando-se, tornar-se livres da escravidão.
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