quinta-feira, 22 de julho de 2010
Sabedoria...
Esvazie sua xícara
Um jovem tinha lido todos os livros que encontrou sobre a filosofia ZEN. Ele ouviu falar de um grande mestre ZEN e conseguiu um encontro com ele, para lhe pedir alguns ensinamentos.
Quando estavam sentados frente a frente, o jovem começou a falar sobre tudo que ele tinha aprendido, em suas leituras, dizendo que ZEN era isso, ZEN era aquilo e assim por diante.
Depois de algum tempo, escutando o jovem falar, o mestre sugeriu que eles tomassem um chá.
Então, ele executou toda aquela cerimônia de preparação do chá, enquanto o jovem o acompanhava com muita atenção. O mestre começou a encher a xícara do jovem. Ele colocou chá até que a xícara ficou completamente cheia. Mas o mestre não parou de colocar chá, que derramou sobre o pires que logo transbordou, molhando a toalha. Mesmo assim, o mestre continuou colocando mais chá, que começou a escorrer pela mesa até atingir o chão.
Nesse momento o jovem aprendiz não se conteve e começou a gritar:
"Páre! Páre de colocar chá! A xícara está cheia e não cabe mais nenhum chá nela."
O mestre então parou de colocar chá e disse:
"Assim como esta xícara, sua mente está cheia de suas próprias opiniões e preconceitos. Como você poderá aprender mais alguma coisa sem que antes esvazie a sua xicara?"
segunda-feira, 19 de julho de 2010
Só estou aqui de Passagem...
Eu também!!!!!!!!!!!
quarta-feira, 14 de julho de 2010
Duelo de Chá
Um mestre da cerimônia do chá no antigo Japão certa vez acidentalmente ofendeu um soldado, ao distraidamente desdenhá-lo quando ele pediu sua atenção. Ele rapidamente pediu desculpas, mas o altamente impetuoso soldado exigiu que a questão fosse resolvida em um duelo de espadas. O mestre de chá, que não tinha absolutamente nenhuma experiência com espadas, pediu o conselho de um velho amigo mestre Zen que possuía tal habilidade. Enquanto era servido de um chá pelo amigo, o espadachim Zen não pôde evitar notar como o mestre de chá executava sua arte com perfeita concentração e tranqüilidade.
"Amanhã," disse o mestre Zen, "quando você duelar com o soldado, segure sua arma sobre sua cabeça como se estivesse pronto para desferir um golpe, e encare-o com a mesma concentração e tranqüilidade com que você executa a cerimônia do chá".
No dia seguinte, na exata hora e local escolhidos para o duelo, o mestre de chá seguiu seu conselho. O soldado, também já pronto para atacar, olhou por muito tempo em silêncio para a face totalmente atenta porém suavemente calma do mestre de chá. Finalmente, o soldado lentamente abaixou sua espada, desculpou-se por sua arrogância, e partiu sem ter dado um único golpe.
terça-feira, 13 de julho de 2010
Os oito versos do treinamento da mente
1
Ao pensar em todos os seres sencientes,
Como sendo ainda melhores do que a jóia que satisfaz todos os desejos,
Para realizar o mais alto propósito,
Possa eu sempre considerá-los preciosos.
2
Onde e com quem eu estiver,
Possa eu me ver como inferior a todos.
E, do fundo do meu coração,
Possa eu considerá-los supremamente preciosos.
3
Examinando minha mente em todas as ações,
No instante em que ocorrer um estado negativo,
Por ele destruir-me e aos outros,
Possa eu enfrentá-lo firmemente e afastá-lo.
4
Quando eu vir seres com má disposição,
Dominados pelas más ações e pelo sofrimento,
Possa eu, como se descobrisse um tesouro,
Considerá-los preciosos, por serem dificilmente encontrados.
5
Quando os outros, devido à inveja,
Injuriarem-me ou tratarem-me de outras formas injustas,
Possa eu aceitar esta derrota para mim
E oferecer-lhes a vitória.
6
Quando alguém a quem eu tiver ajudado,
Ou alguém em quem eu tiver depositado grande esperança,
Ferir-me com grande injustiça,
Possa eu vê-lo como um amigo espiritual.
7
Em resumo, possa eu oferecer, direta e indiretamente,
Ajuda e felicidade a todos os seres, minhas mães,
E tomar secretamente para mim
Toda a sua dor e sofrimento.
8
Possam eles não ser maculados pelas concepções
Das oito preocupações mundanas,
E cientes de que todas as coisas são ilusórias,
Possam eles, desapegando-se, tornar-se livres da escravidão.
Conto Zen
O aluno perguntou ao Mestre : - Como faço para me tornar o maior dos guerreiros ? - Vá atrás daquelas colina e insulte a rocha que se encontra no meio da planície. - Mas para que, se ela não vai me responder ? - Então golpeie-a com a tua espada. - Mas minha espada se quebrará ! - Então agrida-a com tuas próprias mãos. - Assim eu vou machucar minhas mãos ... E também não foi isso que eu perguntei. O que eu queria saber era como que eu faço para me tornar o maior dos guerreiros. - O maior dos guerreiros e aquele que é como a rocha, não liga para insultos nem provocações, mas está sempre pronto para desvencilhar qualquer ataque do inimigo
segunda-feira, 12 de julho de 2010
Caminho...
À noite devido ao orvalho.
A lua é refletida sobre elas.
Oh, que bonito!
Pratico yaza [zazen norturno] com minhas amigas,
As estrelas.
Isto é religião?
Isto é arte?


